Niterói recebeu na noite desta segunda-feira (27), no bairro do Fonseca, mais um encontro que reuniu mães, famílias e apoiadoras do campo conservador. Casa cheia para ouvir Laís Jordy, presidente do PL Mulher Niterói e pré-candidata a deputada estadual pelo Rio de Janeiro, ao lado do marido, o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ). Entre nós, mulheres que acompanham de perto a trajetória de Laís, o recado do evento foi claro: familia e proteção das crianças não são temas de discurso pontual, são a base de tudo o que ela defende.

Laís assumiu a presidência do PL Mulher Niterói em julho de 2024, ainda no início da consolidação da presença feminina do partido na cidade, e desde então tem sido ponte entre a militância de base e a liderança política que o marido construiu ao longo da última década. Agora ela dá o passo que muitas mulheres do campo conservador esperavam: concorre a uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) na eleição de 4 de outubro de 2026, na mesma disputa em que o cunhado, o deputado estadual Renan Jordy, tenta a reeleição.
Uma mulher que carrega a bandeira da família
Quem acompanha o casal Jordy sabe: a defesa da família como valor central da vida pública não é novidade nem discurso de campanha. É o eixo que sustenta a atuação de Carlos há dez anos, desde a primeira eleição, em 2016, como vereador de Niterói, passando pelos dois mandatos como deputado federal — eleito em 2018 com a maior votação já registrada para um deputado federal na história da cidade, e reeleito em 2022. Em Brasília, ele se tornou uma das vozes mais firmes na defesa da proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital, cobrando rigor no combate à pedofilia e à exploração infantil online, sempre alertando para que o combate a esses crimes não seja usado como desculpa para calar quem pensa diferente.
É esse compromisso com a proteção da infância que Laís carrega para dentro de casa e agora quer levar também para dentro da Alerj. Como presidente do PL Mulher Niterói, ela tem dedicado boa parte do seu trabalho político a aproximar outras mães e mulheres da militância conservadora — mostrando que cuidar da família, hoje, também é um ato político. A candidatura dela representa exatamente essa ponte: uma mulher, mãe, que decidiu sair de trás dos bastidores para disputar seu próprio espaço na política fluminense.
Uma trajetória de resiliência ao lado do marido
2024 não foi um ano fácil para a família Jordy. Carlos disputou a Prefeitura de Niterói e chegou ao segundo turno — o primeiro candidato de direita a fazer isso na história recente da cidade —, mas acabou superado por Rodrigo Neves (PDT), que se reelegeu com 57,2% dos votos válidos contra os 42,8% de Jordy. Para quem estava ao lado dele, como Laís, a experiência foi menos sobre a derrota nas urnas e mais sobre a confirmação de que a base conservadora em Niterói só cresce — e que vale a pena continuar lutando por ela.
É com esse espírito que o casal chega a 2026: Carlos buscando a reeleição para a Câmara dos Deputados, e Laís estreando como candidata própria, com a missão de levar a pauta da família, da proteção das crianças e da fé para dentro da Alerj. Para muitas mulheres que seguem essa página, Laís representa um tipo de liderança que ainda é raro no campo conservador brasileiro: a mulher que constrói carreira política própria sem deixar de lado o papel de mãe e de esposa, unindo as duas coisas como parte da mesma missão.
O que vem por aí
Com o calendário eleitoral de 2026 avançando, encontros como o do Fonseca tendem a se repetir por toda a região metropolitana do Rio. Fica o convite para quem, como nós, acredita que defender a família é também um jeito de fazer política: acompanhe de perto a caminhada de Laís Jordy rumo à Alerj — e continue seguindo aqui no Mulheres com Bolsonaro para não perder nenhuma novidade sobre as mulheres que estão na linha de frente do conservadorismo brasileiro.
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