Damares, Julia Zanatta e Bia Kicis: o tabuleiro feminino que sustenta a pre-campanha de Flavio

Enquanto os homens disputam holofote, são as mulheres que seguram boa parte da estrutura da pré-campanha de Flávio Bolsonaro — e nem sempre em harmonia total, o que só mostra a força e a pluralidade do campo conservador feminino.

Damares, Julia Zanatta e Bia Kicis: o tabuleiro feminino que sustenta a pre-campanha de Flavio

A senadora Damares Alves não compareceu a um ato de mulheres conservadoras organizado por Flávio em Brasília no início de julho e chegou a sinalizar que poderia romper a colaboração, após críticas de aliados do senador nas redes sociais. Mesmo assim, o nome dela segue como uma das vozes mais respeitadas entre as mulheres cristãs e conservadoras do Brasil.

No mesmo tabuleiro, a deputada Júlia Zanatta (PL-SC) ganhou elogios públicos de Eduardo Bolsonaro e é cotada como possível vice de Flávio — uma indicação de que o campo conservador segue apostando em lideranças femininas fortes pra ampliar o alcance eleitoral. Já a deputada Bia Kicis (PL-DF), pré-candidata ao Senado, segue entre as mais próximas do núcleo duro do senador.

São nomes diferentes, com estilos diferentes, mas que mostram uma coisa em comum: a mulher conservadora brasileira não fica esperando espaço — ela conquista.

Damares Alves: trajetória que atravessa décadas

Antes de chegar ao Senado, Damares Alves construiu décadas de atuação ligada à defesa da família e à proteção de crianças e adolescentes, tendo comandado o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos durante o governo Jair Bolsonaro. É uma das vozes mais conhecidas do campo evangélico conservador no Brasil, com base sólida entre eleitoras que valorizam pauta de família e fé. Sua eventual reaproximação ou distanciamento da articulação de Flávio tem peso justamente por essa capilaridade construída ao longo de anos.

Júlia Zanatta: a nova força catarinense

Deputada federal por Santa Catarina, Júlia Zanatta é um dos nomes que mais cresceram dentro do PL nos últimos anos, com atuação firme em pautas ligadas à segurança pública e à defesa da família. Ser cotada como possível vice de Flávio, com elogios públicos vindos de Eduardo Bolsonaro, reforça a percepção de que o partido enxerga nela um potencial de crescimento nacional que vai além da base regional catarinense.

Bia Kicis: consistência que o PL valoriza

Já Bia Kicis segue como uma presença constante no núcleo mais próximo de Flávio, com trajetória que começou na advocacia e no comentário político antes de chegar à Câmara dos Deputados pelo Distrito Federal. Sua atuação como deputada, sempre marcada pela disposição de defender publicamente as pautas do campo conservador, é um dos motivos pelos quais seu nome aparece com frequência cotado para diferentes posições de destaque dentro do partido.

Um tabuleiro que mostra força, não fragilidade

Ver três nomes femininos de peso disputando espaço, influência e protagonismo dentro da mesma articulação política não é sinal de fraqueza — é sinal de que o campo conservador brasileiro tem hoje uma base feminina robusta demais para caber num único papel coadjuvante. Cada uma dessas mulheres, com seu próprio estilo e sua própria trajetória, ajuda a mostrar que representatividade de verdade não é sobre ter uma mulher só na foto, é sobre ter várias, com vozes e caminhos diferentes, disputando espaço de forma legítima.

Você também faz parte dessa luta. Chama no WhatsApp wa.me/5521975252365 e siga o Instagram @mulherescombolsonaro.com.br.

Independente de qual for o desfecho, o que fica claro é que esse tipo de movimento dentro do PL mostra um partido em plena disputa interna por espaço, protagonismo e representatividade — e é justamente esse tipo de disputa, feita às claras, que a gente prefere acompanhar de perto, com honestidade, em vez de fingir que tudo está sempre resolvido nos bastidores.

Independente de qual for o desfecho, o que fica claro é que esse tipo de movimento dentro do PL mostra um partido em plena disputa interna por espaço, protagonismo e representatividade — e é justamente esse tipo de disputa, feita às claras, que a gente prefere acompanhar de perto, com honestidade, em vez de fingir que tudo está sempre resolvido nos bastidores.

Independente de qual for o desfecho, o que fica claro é que esse tipo de movimento dentro do PL mostra um partido em plena disputa interna por espaço, protagonismo e representatividade — e é justamente esse tipo de disputa, feita às claras, que a gente prefere acompanhar de perto, com honestidade, em vez de fingir que tudo está sempre resolvido nos bastidores.

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