Depois de descartar o nome da deputada Júlia Zanatta, o senador Flávio Bolsonaro colocou a deputada Bia Kicis (PL-DF) no radar como possível vice na chapa presidencial. E se tem uma coisa que a gente sabe sobre Bia, é que ela não é de ficar quieta nem de aceitar qualquer proposta só porque veio de cima.

Uma mulher que não abre mão do que já construiu
Bia Kicis reforçou publicamente que seu foco continua sendo a pré-candidatura ao Senado — e isso diz muito sobre a força dessa mulher. Ela não trocou um projeto sólido e conquistado com o próprio trabalho por uma promessa de palanque. É esse tipo de postura que a gente admira: mulher conservadora que sabe o valor do que construiu e não se deixa levar só pela vitrine política.
O movimento de Flávio acontece num momento delicado, com a crise familiar envolvendo Michelle Bolsonaro pesando na pré-campanha e o desgaste eleitoral aparecendo em pesquisas recentes. Buscar uma vice mulher forte é estratégia certeira — e Bia Kicis é, sem dúvida, um dos nomes femininos mais respeitados e atuantes do campo bolsonarista hoje.
A trajetória que construiu esse respeito
Bia Kicis não chegou a esse patamar de relevância por acaso. Como deputada federal, ela se tornou uma das vozes mais atuantes do campo conservador no Congresso, sempre disposta a defender publicamente as pautas em que acredita, mesmo quando isso significa enfrentar desgaste pessoal. Esse tipo de consistência é raro na política brasileira, onde muita gente troca de posição conforme sopra o vento eleitoral — e é exatamente por causa dessa consistência que o nome dela pesa tanto quando aparece cotado pra qualquer posição de destaque, seja vice, seja senadora.
Vale lembrar também que ela já vinha sendo cotada anteriormente para outros movimentos dentro do PL, e em cada momento demonstrou o mesmo padrão: avaliar com calma, sem se deixar levar pela pressa do calendário político, e decidir com base no que faz mais sentido pra sua trajetória, não só pro partido.
Por que isso importa pra nós
Independente de como essa negociação terminar, o fato de nomes como Bia Kicis estarem sendo cotados mostra a força que as mulheres conservadoras vêm ganhando dentro do PL. A gente torce pra que, seja no Senado ou em qualquer outra posição, ela continue representando com a mesma firmeza de sempre os valores que defendemos. É um sinal importante: o campo conservador está finalmente reconhecendo que precisa de mais mulheres em posição de decisão, não só de apoio.
Esse tipo de disputa interna também mostra como a busca por representatividade feminina virou pauta real dentro do PL — não é mais só discurso, é negociação concreta de posição na chapa, o que reflete diretamente na força política das mulheres do partido daqui pra frente.
O que essa disputa revela sobre o momento do PL
Ter mais de um nome feminino forte sendo avaliado pra posições de destaque — Bia Kicis pro Senado e agora cotada pra vice, ao lado de outras lideranças conservadoras em movimento na mesma época — mostra que o partido está diante de uma geração de mulheres que não aceita mais só espaço de coadjuvante. É disputa de verdade, com nome de peso disputando posição de peso, o que é exatamente o tipo de amadurecimento político que a gente gosta de ver e de acompanhar de perto aqui no site.
Como isso se conecta com a crise em torno de Michelle
É impossível ler esse movimento de Flávio sem conectar com o pano de fundo da crise familiar com Michelle Bolsonaro. Buscar uma vice mulher forte e respeitada como Bia Kicis é, na prática, uma tentativa de mostrar ao eleitorado feminino conservador que a pré-candidatura continua comprometida com representatividade real, mesmo em meio à turbulência pessoal que atinge a família. Resta saber se essa estratégia vai se traduzir em resultado concreto nas próximas semanas, ou se vai esbarrar de novo na disposição de Bia de seguir seu próprio caminho eleitoral.
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Fica com a gente que a cobertura sobre essa formação de chapa e o protagonismo das mulheres conservadoras dentro do PL vai continuar bem de perto por aqui.

